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25.9.09
24.9.09
OS MAIS RICOS DO MUNDO EM 2009.
Os mais ricos do mundo, Forbes (2009)
A lista dos multimilionários foi afetada pela crise financeira, segundo a Forbes.
Tem sido um ano difícil também para as pessoas mais ricas do mundo. No ano passado, existiam 1125 multimilionários. Este ano, só existem 793 pessoas suficientemente ricas para fazerem parte da nossa lista. (…)
Dos 1125 multimilionários que constavam da classificação anterior, 373 foram arredados da lista; 355 devido à redução do valor das suas fortunas e 18 porque faleceram. A lista deste ano conta com 38 estreantes e 3 magnatas que regressam após as suas fortunas voltarem a cifrar-se nos 10 dígitos. É a primeira vez desde 2003 que o mundo perdeu multimilionários.
Os mais ricos a nível mundial também estão bem mais pobres. O seu património líquido conjunto é de 1,9 biliões de euros, menos 1,5 biliões do que há um ano. A média do seu património líquido desceu 23% para os 2,3 mil milhões de euros. O último ano em que a média esteve tão baixa foi em 2003.
Bill Gates perdeu 13,9 mil milhões mas recuperou o título do homem mais rico do mundo. Warren Buffett, que o ano passado ocupava a primeira posição, ficou mais pobre 19,4 mil milhões de euros, com as acções da Berkshire Hathaway a caírem quase 50% nos últimos 12 meses, mas mesmo assim conseguiu perder apenas um lugar, ficando na segunda posição. O mexicano Carlos Slim Helú, magnata das telecomunicações, também perdeu 19,4 mil milhões de euros e desceu uma posição para o terceiro lugar.
Foi difícil evitar a carnificina, quer fosse no mercado accionista, das matérias-primas, imobiliário ou tecnológico. Mesmo as pessoas à frente de negócios lucrativos foram prejudicadas pelo congelamento dos mercados de crédito, pela redução dos gastos dos consumidores ou pela desvalorização das divisas.
O maior perdedor deste ano, em dólares, foi o maior ganhador do ano passado. O indiano Anil Ambani perdeu 24,8 mil milhões de euros, 76% da sua fortuna, devido ao colapso das acções da Reliance Communications, Reliance Power e Reliance Capital.
Ambani é um de 24 multimilionários indianos, dos quais todos excepto um estão mais pobres do que há um ano. Para além disso, mais 29 indianos perderam por completo o estatuto de multimilionários, quando o mercado bolsita indiano caiu 44% no ano passado e a rupia indiana desvalorizou 18% face ao dólar. A Índia já não é o país com mais multimilionários na Ásia, sendo que esse título pertence agora à China com 28 multimilionários.
Os dez mais ricos
1. Bill Gates (EUA, 53 anos): 40 mil milhões
2. Warren Buffett (EUA, 78 anos): 37 mil milhões
3. Carlos Slim (Mexico, 68 anos): 35 mil milhões
4. Lawrence Ellison (EUA, 64 anos): 22,5 mil milhões
5. Ingvar Kamprad (Suécia, 83 anos): 22 mil milhões
6. Karl Albrecht (Alemanha, 89 anos): 21,5 mil milhões
7. Mukesh Ambani (Índia, 51 anos): 19,5 mil milhões
8. Lakshmi Mittal (Índia, 58 anos): 19,3 mil milhões
9. Theo Albrecht (Alemanha, 87 anos): 18,8 mil milhões
10. Amancio Ortega (Espanha, 73 anos): 18,3 mil milhõesLista completa em Forbes.com
A lista dos multimilionários foi afetada pela crise financeira, segundo a Forbes.
Tem sido um ano difícil também para as pessoas mais ricas do mundo. No ano passado, existiam 1125 multimilionários. Este ano, só existem 793 pessoas suficientemente ricas para fazerem parte da nossa lista. (…)
Dos 1125 multimilionários que constavam da classificação anterior, 373 foram arredados da lista; 355 devido à redução do valor das suas fortunas e 18 porque faleceram. A lista deste ano conta com 38 estreantes e 3 magnatas que regressam após as suas fortunas voltarem a cifrar-se nos 10 dígitos. É a primeira vez desde 2003 que o mundo perdeu multimilionários.
Os mais ricos a nível mundial também estão bem mais pobres. O seu património líquido conjunto é de 1,9 biliões de euros, menos 1,5 biliões do que há um ano. A média do seu património líquido desceu 23% para os 2,3 mil milhões de euros. O último ano em que a média esteve tão baixa foi em 2003.
Bill Gates perdeu 13,9 mil milhões mas recuperou o título do homem mais rico do mundo. Warren Buffett, que o ano passado ocupava a primeira posição, ficou mais pobre 19,4 mil milhões de euros, com as acções da Berkshire Hathaway a caírem quase 50% nos últimos 12 meses, mas mesmo assim conseguiu perder apenas um lugar, ficando na segunda posição. O mexicano Carlos Slim Helú, magnata das telecomunicações, também perdeu 19,4 mil milhões de euros e desceu uma posição para o terceiro lugar.
Foi difícil evitar a carnificina, quer fosse no mercado accionista, das matérias-primas, imobiliário ou tecnológico. Mesmo as pessoas à frente de negócios lucrativos foram prejudicadas pelo congelamento dos mercados de crédito, pela redução dos gastos dos consumidores ou pela desvalorização das divisas.
O maior perdedor deste ano, em dólares, foi o maior ganhador do ano passado. O indiano Anil Ambani perdeu 24,8 mil milhões de euros, 76% da sua fortuna, devido ao colapso das acções da Reliance Communications, Reliance Power e Reliance Capital.
Ambani é um de 24 multimilionários indianos, dos quais todos excepto um estão mais pobres do que há um ano. Para além disso, mais 29 indianos perderam por completo o estatuto de multimilionários, quando o mercado bolsita indiano caiu 44% no ano passado e a rupia indiana desvalorizou 18% face ao dólar. A Índia já não é o país com mais multimilionários na Ásia, sendo que esse título pertence agora à China com 28 multimilionários.
Os dez mais ricos
1. Bill Gates (EUA, 53 anos): 40 mil milhões
2. Warren Buffett (EUA, 78 anos): 37 mil milhões
3. Carlos Slim (Mexico, 68 anos): 35 mil milhões
4. Lawrence Ellison (EUA, 64 anos): 22,5 mil milhões
5. Ingvar Kamprad (Suécia, 83 anos): 22 mil milhões
6. Karl Albrecht (Alemanha, 89 anos): 21,5 mil milhões
7. Mukesh Ambani (Índia, 51 anos): 19,5 mil milhões
8. Lakshmi Mittal (Índia, 58 anos): 19,3 mil milhões
9. Theo Albrecht (Alemanha, 87 anos): 18,8 mil milhões
10. Amancio Ortega (Espanha, 73 anos): 18,3 mil milhõesLista completa em Forbes.com
23.9.09

Ele não desiste
Em um movimento surpreendente, Eike Batista tentou comprar seu acesso no bloco de controle da Vale. Foi barrado. Agora ele prepara uma nova ofensiva ao mesmo tempo que abre uma nova frente de negócios
André Valentim
Eike Batista: ele não descarta a hipótese de fazer uma oferta hostil para entrar na Vale
Por Renata Agostini 17.09.2009 00h01
Se existe um traço marcante na personalidade do empresário Eike Batista é a obstinação. Nos últimos quatro anos, ele se tornou o modelo mais bem acabado de empreendedor serial no Brasil, com a criação de quatro novas empresas e a espetacular abertura de capital de todas elas. O sucesso desses negócios fez com que Eike passasse a integrar a lista de bilionários da revista americana Forbes. Nos últimos dias, porém, Eike sofreu o que muitos encararam como uma de suas maiores derrotas. No mês passado, ele esteve na sede do Bradesco, na Cidade de Deus, em Osasco, com uma proposta de compra da participação do banco na Bradespar, empresa que reúne ativos não financeiros da instituição. Recebeu um não. A compra da Bradespar seria sua porta de entrada no bloco de controle da Vale, da qual 9% estão nas mãos da Bradespar -- fundos de pensão estatais como a Previ, a BNDESPar, divisão de participações do BNDES, e a japonesa Mitsui possuem o restante das participações no bloco. Fazer parte do comando da Vale se tornou uma espécie de idéia fixa de Eike nos últimos quatro meses. Ele não mediu esforços para entregar a proposta de compra da Bradespar a Lázaro Brandão, presidente do conselho de administração do Bradesco, enquanto costurava nos bastidores conversas com Sérgio Rosa, presidente da Previ, e com interlocutores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O valor do negócio era estimado em 9 bilhões de reais. Eike não fala sobre as negociações, mas admitiu em entrevista a EXAME o significado da operação. "Entrar na Vale. é o sonho de qualquer minerador", disse ele.
A recusa do Bradesco pode não ser o ponto final dessa história. Mal os banqueiros da Cidade de Deus recusaram a proposta de compra da Bradespar, Eike começou uma intensa movimentação para encontrar novas alternativas de entrada na mineradora. A amigos próximos, ele afirmou que não descarta usar o caixa de suas empresas para iniciar uma ofensiva de compra das ações da Vale disponíveis na bolsa até atingir uma participação que lhe garanta parte do controle. Em tese, seria uma estratégia possível. Mas o próprio Eike sabe que o Brasil não tem tradição em ofertas hostis. Numa outra frente, ele mantém contatos com a Previ sobre a possibilidade de aquisição da parte do fundo de pensão na mineradora, que hoje corresponde a 14,5% do capital total. "Além de ser mais uma prova de sua ousadia como empresário, a entrada de Eike na Vale resolveria todos os seus problemas", diz um executivo ligado ao empresário. Na verdade, seria um passo decisivo para Eike definir o destino de sua própria mineradora, a MMX.
Desde a eclosão da crise financeira global, a MMX passa por dificuldades que a levaram a um prejuízo de 848 milhões de reais no ano passado. A MMX é hoje a única companhia em fase de geração de caixa operacional do chamado grupo X, o que a torna de importância vital para garantir a confiança do mercado no sucesso dos demais negócios de Eike -- os projetos da LLX (logística), da MPX (energia) e da OGX (gás e petróleo) ainda estão em fase de implantação. Os problemas da empresa começaram com a compra de duas minas entre janeiro e julho do ano passado, no valor total de 318 milhões de dólares, o que elevou substancialmente sua dívida. O que já não era um cenário favorável piorou -- e muito -- com a eclosão da crise. A MMX foi atingida em duas frentes, o que minou sua capacidade de reação. O primeiro baque veio com a queda abrupta nas vendas de minério de ferro. O segundo, financeiro, estava vinculado à aposta de Eike em derivativos e em contratos de frete para embarque de minério que não se concretizaram.
Diante das dificuldades, Eike partiu para uma operação de socorro. No início do ano, aportou 200 milhões de dólares por meio de debêntures subscritas por ele, ou seja, dinheiro de seu próprio bolso. Ao mesmo tempo, começou a acalentar a perspectiva de vender sua mineradora à Vale -- uma forma de lucrar com a nascente MMX, que ainda precisa captar 1,1 bilhão de dólares para garantir o plano de expansão prometido aos investidores. Em fevereiro, Eike chegou a iniciar negociações com o presidente da empresa, o executivo Roger Agnelli. Mas, diante da demora no avanço do negócio, partiu para o projeto de entrada no controle da mineradora. Apesar de seu poder de fogo -- Eike tem uma participação acionária em empresas abertas correspondente a cerca de 14 bilhões de dólares e excelente relacionamento com os banqueiros do país --, sua eventual entrada na Vale, é uma operação complexa que envolve um enorme jogo político às vésperas de uma corrida presidencial. Eike está longe de ser uma unanimidade no governo. Seu discurso nacionalista, tido por ele próprio como seu grande trunfo, é visto com reserva. E o motivo é justamente suas negociações no ramo de mineração. Nos últimos anos, Eike vendeu três de seus projetos na área para grupos estrangeiros. E, agora, como alternativa para a capitalização da MMX, costura um acordo de venda de parte da companhia para a chinesa Wuhan Steel por 400 milhões de dólares. "Isso acaba passando uma imagem de que ele é pouco confiável e que permitir seu acesso à Vale. pode ser um risco", diz um executivo que acompanhou as negociações.
A movimentação para chegar à Vale e resolver o destino da MMX está longe de consumir a rotina de Eike. Fiel a um estilo que seus críticos qualificam de pura megalomania, ele continua a planejar freneticamente novas empreitadas para o grupo EBX. A mais recente é a OSX, que se dedicará à construção de navios-sonda e plataformas de exploração de petróleo. A OSX adquiriu um terreno de 1,3 milhão de metros quadrados no município de Biguaçu, no litoral de Santa Catarina, para a construção de seu primeiro estaleiro. Para tocar o investimento de aproximadamente 2 bilhões de reais, Eike negocia a entrada de investidores estratégicos, que devem ser definidos nos próximos meses. Será a vez, então, de a OSX chegar à Bovespa. "Tudo caminha para um IPO no início do ano que vem", diz Eike. Enquanto se prepara uma nova abertura de capital, ele também arquiteta sua volta ao setor de mineração de ouro -- seu primeiro ramo de negócios e origem de sua fortuna pessoal. Em agosto, a EBX entrou na exploração de ouro na Colômbia ao comprar 12% da canadense Ventana Gold por 41 milhões de dólares. Outro projeto em andamento é a criação de um fundo de private equity, com patrimônio de 10 bilhões a 20 bilhões de reais para investimentos em projetos de infraestrutura e logística no Brasil, na Colômbia e no Chile. Em julho deste ano, Eike e uma comitiva de executivos partiram para um roadshow por países da Ásia e do Oriente Médio na tentativa de atrair investidores interessados no novo projeto.
Por trás da inesgotável capacidade de criação de empresas e novos projetos está a convicção de Eike de que o apetite dos investidores por suas criações não irá esgotar tão cedo. Mas, se a lua-de-mel com investidores continua -- suas empresas já recuperaram boa parte do valor de mercado perdido durante a crise --, o empresário tem sido obrigado a lidar com uma profunda reorganização de seu quadro de executivos. Desde o início de 2009, três de seus principais diretores pediram demissão. Marcelo Cheniaux, diretor financeiro da holding EBX, que estava no grupo desde 2002 e cuidava dos investimentos pessoais de Eike no exterior, deixou a empresa em janeiro. Cinco meses depois, foi a vez de Ricardo Antunes, então presidente da LLX, que estava na empresa há três anos, deixar o cargo. No mês passado, Adriano Vaz, homem de confiança de Eike, responsável por novos negócios e pela área de relações institucionais da EBX há sete anos, também saiu do grupo. O motivo para a debandada, segundo pessoas próximas aos executivos ouvidas por EXAME, foi o altíssimo grau de estresse nas empresas e o enorme volume de projetos a ser tocados. Paralelamente a essas saídas, outros dois altos executivos foram deslocados pelo próprio Eike de suas posições de comando. O diretor-geral da MMX, Joaquim Martino, deixou o posto e assumiu uma vice-presidência no conselho da companhia. E Rodolfo Landim, ex-presidente da BR Distribuidora que foi atraído para o grupo a peso de ouro em 2006, deixou a presidência da OGX para assumir uma consultoria de novos negócios da EBX. Oficialmente trata-se de promoções, mas dentro do grupo as novas posições de Martino e Landim são tratadas pelo nome nada glamouroso de "geladeira do Eike".Do alto de sua absoluta confiança em seu faro para bons negócios, Eike continua a encarar com singular otimismo o futuro de suas empresas. Ri daqueles que duvidam do sucesso da campanha de exploração de petróleo da OGX na bacia de Campos, iniciada há um mês. Também não hesita em afirmar que o superporto do Açu, que a LLX constrói no Rio de Janeiro, será peça-chave da economia do país. "Não vai ter empresa estrangeira que queira investir no Brasil e não esbarre no Açu", diz ele. E segue mirando alto. Hoje, todas as suas empresas, juntas, valem 45 bilhões de reais na bolsa. Em três anos, ele garante que elas chegarão a 120 bilhões de reais. "Eu tenho um parque de diversões em minhas mãos. É só me deixarem trabalhar", diz ele, com a mesma inesgotável autoconfiança que lhe permite sonhar que um dia terá entre seus negócios um considerável quinhão da segunda maior mineradora do mundo.
Em um movimento surpreendente, Eike Batista tentou comprar seu acesso no bloco de controle da Vale. Foi barrado. Agora ele prepara uma nova ofensiva ao mesmo tempo que abre uma nova frente de negócios
André Valentim
Eike Batista: ele não descarta a hipótese de fazer uma oferta hostil para entrar na Vale
Por Renata Agostini 17.09.2009 00h01
Se existe um traço marcante na personalidade do empresário Eike Batista é a obstinação. Nos últimos quatro anos, ele se tornou o modelo mais bem acabado de empreendedor serial no Brasil, com a criação de quatro novas empresas e a espetacular abertura de capital de todas elas. O sucesso desses negócios fez com que Eike passasse a integrar a lista de bilionários da revista americana Forbes. Nos últimos dias, porém, Eike sofreu o que muitos encararam como uma de suas maiores derrotas. No mês passado, ele esteve na sede do Bradesco, na Cidade de Deus, em Osasco, com uma proposta de compra da participação do banco na Bradespar, empresa que reúne ativos não financeiros da instituição. Recebeu um não. A compra da Bradespar seria sua porta de entrada no bloco de controle da Vale, da qual 9% estão nas mãos da Bradespar -- fundos de pensão estatais como a Previ, a BNDESPar, divisão de participações do BNDES, e a japonesa Mitsui possuem o restante das participações no bloco. Fazer parte do comando da Vale se tornou uma espécie de idéia fixa de Eike nos últimos quatro meses. Ele não mediu esforços para entregar a proposta de compra da Bradespar a Lázaro Brandão, presidente do conselho de administração do Bradesco, enquanto costurava nos bastidores conversas com Sérgio Rosa, presidente da Previ, e com interlocutores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O valor do negócio era estimado em 9 bilhões de reais. Eike não fala sobre as negociações, mas admitiu em entrevista a EXAME o significado da operação. "Entrar na Vale. é o sonho de qualquer minerador", disse ele.
A recusa do Bradesco pode não ser o ponto final dessa história. Mal os banqueiros da Cidade de Deus recusaram a proposta de compra da Bradespar, Eike começou uma intensa movimentação para encontrar novas alternativas de entrada na mineradora. A amigos próximos, ele afirmou que não descarta usar o caixa de suas empresas para iniciar uma ofensiva de compra das ações da Vale disponíveis na bolsa até atingir uma participação que lhe garanta parte do controle. Em tese, seria uma estratégia possível. Mas o próprio Eike sabe que o Brasil não tem tradição em ofertas hostis. Numa outra frente, ele mantém contatos com a Previ sobre a possibilidade de aquisição da parte do fundo de pensão na mineradora, que hoje corresponde a 14,5% do capital total. "Além de ser mais uma prova de sua ousadia como empresário, a entrada de Eike na Vale resolveria todos os seus problemas", diz um executivo ligado ao empresário. Na verdade, seria um passo decisivo para Eike definir o destino de sua própria mineradora, a MMX.
Desde a eclosão da crise financeira global, a MMX passa por dificuldades que a levaram a um prejuízo de 848 milhões de reais no ano passado. A MMX é hoje a única companhia em fase de geração de caixa operacional do chamado grupo X, o que a torna de importância vital para garantir a confiança do mercado no sucesso dos demais negócios de Eike -- os projetos da LLX (logística), da MPX (energia) e da OGX (gás e petróleo) ainda estão em fase de implantação. Os problemas da empresa começaram com a compra de duas minas entre janeiro e julho do ano passado, no valor total de 318 milhões de dólares, o que elevou substancialmente sua dívida. O que já não era um cenário favorável piorou -- e muito -- com a eclosão da crise. A MMX foi atingida em duas frentes, o que minou sua capacidade de reação. O primeiro baque veio com a queda abrupta nas vendas de minério de ferro. O segundo, financeiro, estava vinculado à aposta de Eike em derivativos e em contratos de frete para embarque de minério que não se concretizaram.
Diante das dificuldades, Eike partiu para uma operação de socorro. No início do ano, aportou 200 milhões de dólares por meio de debêntures subscritas por ele, ou seja, dinheiro de seu próprio bolso. Ao mesmo tempo, começou a acalentar a perspectiva de vender sua mineradora à Vale -- uma forma de lucrar com a nascente MMX, que ainda precisa captar 1,1 bilhão de dólares para garantir o plano de expansão prometido aos investidores. Em fevereiro, Eike chegou a iniciar negociações com o presidente da empresa, o executivo Roger Agnelli. Mas, diante da demora no avanço do negócio, partiu para o projeto de entrada no controle da mineradora. Apesar de seu poder de fogo -- Eike tem uma participação acionária em empresas abertas correspondente a cerca de 14 bilhões de dólares e excelente relacionamento com os banqueiros do país --, sua eventual entrada na Vale, é uma operação complexa que envolve um enorme jogo político às vésperas de uma corrida presidencial. Eike está longe de ser uma unanimidade no governo. Seu discurso nacionalista, tido por ele próprio como seu grande trunfo, é visto com reserva. E o motivo é justamente suas negociações no ramo de mineração. Nos últimos anos, Eike vendeu três de seus projetos na área para grupos estrangeiros. E, agora, como alternativa para a capitalização da MMX, costura um acordo de venda de parte da companhia para a chinesa Wuhan Steel por 400 milhões de dólares. "Isso acaba passando uma imagem de que ele é pouco confiável e que permitir seu acesso à Vale. pode ser um risco", diz um executivo que acompanhou as negociações.
A movimentação para chegar à Vale e resolver o destino da MMX está longe de consumir a rotina de Eike. Fiel a um estilo que seus críticos qualificam de pura megalomania, ele continua a planejar freneticamente novas empreitadas para o grupo EBX. A mais recente é a OSX, que se dedicará à construção de navios-sonda e plataformas de exploração de petróleo. A OSX adquiriu um terreno de 1,3 milhão de metros quadrados no município de Biguaçu, no litoral de Santa Catarina, para a construção de seu primeiro estaleiro. Para tocar o investimento de aproximadamente 2 bilhões de reais, Eike negocia a entrada de investidores estratégicos, que devem ser definidos nos próximos meses. Será a vez, então, de a OSX chegar à Bovespa. "Tudo caminha para um IPO no início do ano que vem", diz Eike. Enquanto se prepara uma nova abertura de capital, ele também arquiteta sua volta ao setor de mineração de ouro -- seu primeiro ramo de negócios e origem de sua fortuna pessoal. Em agosto, a EBX entrou na exploração de ouro na Colômbia ao comprar 12% da canadense Ventana Gold por 41 milhões de dólares. Outro projeto em andamento é a criação de um fundo de private equity, com patrimônio de 10 bilhões a 20 bilhões de reais para investimentos em projetos de infraestrutura e logística no Brasil, na Colômbia e no Chile. Em julho deste ano, Eike e uma comitiva de executivos partiram para um roadshow por países da Ásia e do Oriente Médio na tentativa de atrair investidores interessados no novo projeto.
Por trás da inesgotável capacidade de criação de empresas e novos projetos está a convicção de Eike de que o apetite dos investidores por suas criações não irá esgotar tão cedo. Mas, se a lua-de-mel com investidores continua -- suas empresas já recuperaram boa parte do valor de mercado perdido durante a crise --, o empresário tem sido obrigado a lidar com uma profunda reorganização de seu quadro de executivos. Desde o início de 2009, três de seus principais diretores pediram demissão. Marcelo Cheniaux, diretor financeiro da holding EBX, que estava no grupo desde 2002 e cuidava dos investimentos pessoais de Eike no exterior, deixou a empresa em janeiro. Cinco meses depois, foi a vez de Ricardo Antunes, então presidente da LLX, que estava na empresa há três anos, deixar o cargo. No mês passado, Adriano Vaz, homem de confiança de Eike, responsável por novos negócios e pela área de relações institucionais da EBX há sete anos, também saiu do grupo. O motivo para a debandada, segundo pessoas próximas aos executivos ouvidas por EXAME, foi o altíssimo grau de estresse nas empresas e o enorme volume de projetos a ser tocados. Paralelamente a essas saídas, outros dois altos executivos foram deslocados pelo próprio Eike de suas posições de comando. O diretor-geral da MMX, Joaquim Martino, deixou o posto e assumiu uma vice-presidência no conselho da companhia. E Rodolfo Landim, ex-presidente da BR Distribuidora que foi atraído para o grupo a peso de ouro em 2006, deixou a presidência da OGX para assumir uma consultoria de novos negócios da EBX. Oficialmente trata-se de promoções, mas dentro do grupo as novas posições de Martino e Landim são tratadas pelo nome nada glamouroso de "geladeira do Eike".Do alto de sua absoluta confiança em seu faro para bons negócios, Eike continua a encarar com singular otimismo o futuro de suas empresas. Ri daqueles que duvidam do sucesso da campanha de exploração de petróleo da OGX na bacia de Campos, iniciada há um mês. Também não hesita em afirmar que o superporto do Açu, que a LLX constrói no Rio de Janeiro, será peça-chave da economia do país. "Não vai ter empresa estrangeira que queira investir no Brasil e não esbarre no Açu", diz ele. E segue mirando alto. Hoje, todas as suas empresas, juntas, valem 45 bilhões de reais na bolsa. Em três anos, ele garante que elas chegarão a 120 bilhões de reais. "Eu tenho um parque de diversões em minhas mãos. É só me deixarem trabalhar", diz ele, com a mesma inesgotável autoconfiança que lhe permite sonhar que um dia terá entre seus negócios um considerável quinhão da segunda maior mineradora do mundo.
18.9.09
Karl Albrecht ( 20 de fevereiro de 1920) e seu irmão Theo Albrecht são os fundadores e donos da Aldi, uma das maiores redes de varejos da Aleman

Karl Albrecht (Essen, 20 de fevereiro de 1920) e seu irmão Theo Albrecht são os fundadores e donos da Aldi, uma das maiores redes de varejos da Alemanha. Segunda a revista Forbes, sua fortuna é estimada em 27 bilhões de dólares
17.9.09
Ingvar Kamprad e família: US$ 22 bilhões. Ikea

Visão geral
A empresa distribui seus produtos por uma rede de revendas próprias; a característica principal da IKEA é que seus produtos são criados para que sejam montados pelos próprios clientes.
Com 238 lojas em 34 países;[2] a maioria na Europa, as outras nos EUA, Canadá, Ásia e Austrália, e mais de 20 lojas abertas durante 2005. A IKEA é uma das poucas redes varejistas a ter pontos de venda tanto em Israel quanto nos outros países do Oriente Médio.
IKEA é geralmente pronunciado (AFI: [/i'ke.a/]) mas em muitos países de língua inglesa, é pronunciado (AFI: [/aɪ'ki:ə/]) rimando com a palavra inglesa "idea".
O catálogo IKEA, contendo cerca de doze mil produtos, tem uma tiragem de cerca de 175 milhões de cópias anuais mundialmente e é distribuído gratuitamente através dos correios ou nas lojas.[3] Tiragem maior que a da Bíblia (estimado entre 53 e 100 milhões de cópias anuais).[4]
História
IKEA foi fundada em Älmhult, Suécia no ano de 1943 por Ingvar Kamprad, então com 17 anos. O nome da companhia é composto pelas primeiras letras de seu nome além das primeiras letras dos nomes da propriedade e da vila em que cresceu: Ingvar Kamprad Elmtaryd Agunnaryd.
Originalmente, a IKEA vendia canetas, carteiras, molduras para fotos, mesas, relógios, jóias ou praticamente qualquer coisa que Kamprad acreditava que poderia vender a baixo preço. Mobiliário entrou na lista de produtos da IKEA em 1947 e, em 1955, a IKEA passou a desenhar seus próprios móveis. O mote da empresa é "Soluções acessíveis para viver melhor" (em tradução livre).
No início, Kamprad vendia seus produtos em sua casa enviava encomendas pelo correio, mas uma loja foi aberta em Älmhult. Foi também o local do primeira "loja armazém" que se tornaria o modelo para as outras lojas IKEA. Em 23 de março de 1963 a primeira loja fora da Suécia foi aberta em Asker, cidade norueguesa próxima a Oslo.
A empresa distribui seus produtos por uma rede de revendas próprias; a característica principal da IKEA é que seus produtos são criados para que sejam montados pelos próprios clientes.
Com 238 lojas em 34 países;[2] a maioria na Europa, as outras nos EUA, Canadá, Ásia e Austrália, e mais de 20 lojas abertas durante 2005. A IKEA é uma das poucas redes varejistas a ter pontos de venda tanto em Israel quanto nos outros países do Oriente Médio.
IKEA é geralmente pronunciado (AFI: [/i'ke.a/]) mas em muitos países de língua inglesa, é pronunciado (AFI: [/aɪ'ki:ə/]) rimando com a palavra inglesa "idea".
O catálogo IKEA, contendo cerca de doze mil produtos, tem uma tiragem de cerca de 175 milhões de cópias anuais mundialmente e é distribuído gratuitamente através dos correios ou nas lojas.[3] Tiragem maior que a da Bíblia (estimado entre 53 e 100 milhões de cópias anuais).[4]
História
IKEA foi fundada em Älmhult, Suécia no ano de 1943 por Ingvar Kamprad, então com 17 anos. O nome da companhia é composto pelas primeiras letras de seu nome além das primeiras letras dos nomes da propriedade e da vila em que cresceu: Ingvar Kamprad Elmtaryd Agunnaryd.
Originalmente, a IKEA vendia canetas, carteiras, molduras para fotos, mesas, relógios, jóias ou praticamente qualquer coisa que Kamprad acreditava que poderia vender a baixo preço. Mobiliário entrou na lista de produtos da IKEA em 1947 e, em 1955, a IKEA passou a desenhar seus próprios móveis. O mote da empresa é "Soluções acessíveis para viver melhor" (em tradução livre).
No início, Kamprad vendia seus produtos em sua casa enviava encomendas pelo correio, mas uma loja foi aberta em Älmhult. Foi também o local do primeira "loja armazém" que se tornaria o modelo para as outras lojas IKEA. Em 23 de março de 1963 a primeira loja fora da Suécia foi aberta em Asker, cidade norueguesa próxima a Oslo.
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